quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O fim de ano chegou!

Ao pensar que o fim de ano chegou, que aprendemos tanta coisa, e que esse blog é um instrumento legal e bom de escrever o que você pensa sobre os assuntos, e de tentar resgatar o que você aprendeu em todo o semestre, com isso você percebe que aprendeu tanta coisa e que vimos tantos temas importantes para nós enquanto anos que talvez sejamos futuros professores.
Quero deixar aqui que foi muito legal, aprender uma nova forma de avaliação e aprendizagem...



                                                            Feliz 2012 para todos!!!!!!!

Planejamento


Planejamento é uma forma de pensar em como você vai dar varias aulas, e no caso o nosso foi pensado um planejamento temático. 
Ao pensar o planejamento percebemos, como o professor tem que pensar varias formas de avaliar, de atrativos para as aulas ficarem interessante, tem que relacionar o assunto com a atualidade e a realidade dos alunos, isso é muito importante.
Analisar varias aulas não são tarefas facies, mas é gratificante, pois os alunos parecem se sentir parte das aulas, do tema. Claro que percebemos o quanto a vida do professor é difícil e desvalorizado, é uma profissão muito importante, pois está formando pessoas, cidadãs, e fazem parte da sociedade, e isso reflete na sociedade, por exemplo se as pessoas saiam da escola sem valores morais, na sociedade ele também vai permanecer sem os valores morais, se a escola tem violência é por que a sociedade também tem violência, não algo isolado, sim algo refletor.
Com isso pensar o tema, o planejamento, é uma tarefa importante, pois tem que pensar o que esse tema vai ajudar a trazer o pensamento critico, a trazer reflexão, que seja algo que os alunos se sintam parte da aula, que se identificam com o tema, que seja relacionado com as suas realidades e assim por diante.
O grande intuito do planejamento temático é trazer temas que muitas fezes, as matérias não trazem, que possa relacionar com outras disciplinas, a  interdisciplinariedade, de trabalhar em conjunto com outros professores, isso é bem legal, pois ver que varias disciplinas podem ser relacionadas com o mesmo tema e relacionar com a realidade, faz com o aluno perceba, que o conhecimento é para vida.
Concluímos que planejar é fundamental, e trazer novos temas para escola, abre novos horizontes, e faz com que os alunos e professores pensem uma escola diferente e transformadora da realidade e que sejam protagonistas das suas histórias. E planejar é coletivo...


Avaliação

Ao falar sobre avaliação, muitas vezes se perguntamos será que avalia mesmo, ou é só por causa da nota, será que prova avalia de verdade ou é só algo mais fácil de poder dar a nota para os alunos, essa perguntas muitas vezes ficam na cabeça.
E ao analisar e estudar os métodos de avaliação, percebemos que muitas vezes a avalição que alguns professores fazem não condiz com a realidade e não avalia de forma correta e profunda o conhecimento do aluno.
Muitas vezes quando vemos professores passando provas objetivas de assinalar como de vestibular, percebemos que é só uma forma mais fácil de avaliar e não que avalia de forma sistemática, e além do mais a grande maioria dessas provas, são somente uma decoreba, onde tem que decorar o assunto e não entender, ter uma reflexão de forma crítica do assunto.
Com isso se começa a pensar novas formas de avaliar, como avaliar a participação, procurar que aluno escreva ou apresente de forma oral a sua opinião ou o que compreendeu do conteúdo, que seja feita relações do assunto com a realidade da sociedade. Construir mecanismos diferentes de avaliação, como pesquisa, em que a estudos que revelam que os alunos apreendem melhor fazendo pesquisas e depois transmitir aos demais, debates também são formas de apreender com as opiniões diferentes, de aprender se expressar melhor no grande grupo.
Podemos concluir que avaliar é muito mais que fazer uma prova para dar nota, é construir os conhecimentos e fazer que os alunos sejam protagonistas dos seus conhecimentos, que sejam participativos e com uma reflexão critica sobre diversos temas e se sintam parte da maneira de pensar o ensino.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Novas Didáticas

As novas didáticas vieram para criticar a forma tradicional do ensino, em que o aluno não se sente parte da aquela aula, que para ele não é interessante, não se identifica com o assunto, pois está fora da realidade dos alunos, por esse fato que muitos alunos estão desistindo da escola, com isso, eles pensam para que estudar se isso não me ensina as coisas práticas da vida, se o meu ensino está tão longe da realidade que eu vivo, para que estudar física, química se eu não vou usar no dia a dia.
Um ensino cada vez mais voltado para o vestibular, que só decorra, para fazer um bom vestibular, sem nenhum questionamento, muitas escolas quando um aluno questiona por quê estuda aquele determinado assunto, o professor diz por quê vai caí no vestibular, ou questiona algo do conteúdo, o aluno é respondido que isso não caí no vestibular. E quando você entra na universidade, percebe que a grande maioria que você estudou não será usado na faculdade, ou a forma que passaram aquele conteúdo era uma percepção antiquada, assim por diante.
Com isso, a novas didáticas veio com o intuito de trazer outras percepções sobre o ensino, de ser um ensino voltado para a realidade, buscando compreender a realidade dos alunos, relacionar o conhecimento com o dia a dia, construir o conhecimento de forma coletiva. Com outras perspectivas do ensino, buscando que os alunos sejam sujeitos ativos de sua aprendizagem, que sejam protagonistas de sua história, do seu conhecimento.
Podemos concluir que as Novas Didáticas é uma nova forma de ver o ensino, buscando construir o conhecimento, não transmitir simplesmente, sem que o aluno reflita e seja sujeito do seu conhecimento, e se sinta parte da escola, e perceba que para mudar a realidade ele precisa ser um sujeito transformador.

Sou Interacionista ?

Sim, por que ser interacionista é criticar a concepção tradicional de ensino, que traz o conhecimento pronto e externo, que o professor é detentor do conhecimento e o ano o receptor, que memoriza e repete.
O interacionista pensa que o conhecimento é uma construção coletiva, que o professor não pode simplesmente transmitir conhecimento tem ser um construção conjunta, o aluno ter autonomia de buscar construir o conhecimento, e esse processo de construção se dá através do sujeito e o meio em que ele vive, ou seja, o conhecimento humano é uma construção e a realidade tem influência e faz parte da vida do aluno e isso tem que ser respeitado.
A problematização também é um dos pontos que os interacionista contribui muito, de fazer questionamentos de por quê estudar isso, para quê, construir uma visão crítica da realidade, do conhecimento.
A troca de experiência é muito importante, aprender com os colegas, com outros, vivenciar outras realidades faz  crescer enquanto ser humano.
O método de avaliação permanente, construir uma avaliação, não simplesmente aplicar uma prova, que aluno não aprende nada, tem que ser algo permanente, que os alunos participe do todo.
Sou interacionista por que acredito em um ensino diferente, que construa coletivamente o conhecimento, com autonomia, reflexão crítica e buscando trazer a realidade de cada um na contribuição do conhecimento.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Seminários

Tivemos seminários sobre teorias de currículo, em que cada grupo falou sobre uma teoria que se identificava ou queria falar...



O que aprendemos com esses seminários?


  Aprendemos que cada teoria ou cada autor tem uma visão que as vezes se diferem, mas algumas vezes se complementam. Que as teorias criticas e pós-criticas questionam as teorias tradicionais de pensar o ensino escolar.
  Podemos perceber com esses autores que a escola por muito tempo serviu como aparelho ideológico do estado  ou das elites, nesse sentido de controla a ordem estabelecida, que as pessoas não questionassem a realidade o por que das coisas, não manifestassem entre outros.
 Outro ponto também que vimos é que o pós-colonialismo é muito presente no currículo, em que o pensamento europeu permanece muito forte na mentalidade dos conteúdos. O europeu como sendo protagonista, o herói, e sua cultura como a melhor, a mais desenvolvida e que não cometeu barbaridades contras os povos da América.
  
  Uma outra teoria curricular é a étnica e racial, que percebemos que a questão do pré-conceito com outras nações, raças é muito forte no ensino escolar. E também que as pessoas usam da etnia ou da raça para divisão social, e não percebendo que todos somos seres humanos, que não importa aonde você nasceu ou qual é sua raça ou cor, que faz de você ser diferente ou menor que o outro, somos todos iguais. E que a questão étnica e racial é uma construção social, não algo natural. E que temos que mudar isso, pois somos todos seres humanos.


  Aprendemos também algo que é mais recente que é trazer para sala de aula a questão do homossexualismo e do gênero. Que traz uma outra perspectiva de que o homossexualismo não é algo fora do comum, algo estranho ou até mesmo como uma doença, e que temos que mudar as relações entre os seres humanos de respeitar opções sexuais de cada um e não tratar como fosse algo estranho. Buscarmos a igualdade de gênero e tentar compreender que essa ideia de algo estranho, fora do normal, ou é uma doença é uma construção sócio-histórica, que temos que levar para dentro da escola está compreensão.
  Podemos concluir que as teorias trazem uma nova forma de ver a escola, com muita ideias inovadoras, com intuito de transformar a escola, porém não podemos ficar somente na teoria, temos que avançar para a prática.

Currículos

  Lendo os PCN,s (Parâmetros Curriculares Nacionais) e sobre eles, percebemos que tem se pensado muito na transformação da escola, buscando um novo ensino, que não seja o tradicional que é simplesmente um aparelho legitimação das políticas estabelecidas.  Tem se pensado um currículo transformador, numa perspetiva de o ensino ser questionador, trazer as especificidades de cada região, questionar a realidade e trazer a realidade do aluno para a sala de aula.
  Também os PCN,s trazem a questão do ensino voltado para a formação do cidadão e para o mundo do trabalho, e muitas vezes não levá em conta que cidadão é esse?  Se é um cidadão que questiona a sua realidade ou se é um que simplesmente absorve a realidade de não questiona e não faz nada para muda.
  Levando em conta isso que muitas vezes o currículo da escola ou o ensino não traz alguns questionamentos que as teorias ou os próprios PCN,s trazem, percebemos que a teoria está desvinculada da prática. Pelo fato de muitas escolas ser tradicional, não levar questionamentos, ser uma educação mecânica que só passa o conteúdo por passa, não traz a vivência, a realidade do aluno, não questiona a realidade, está muito distante da vida do aluno.
  O ensino muitas vezes não leva a realidade a vivência do aluno, se torna distante do aluno, com isso as estatísticas nos mostram que um grande numero de alunos estão desistindo da escola, pelo fato de não se identificar com o ensino, e perceber que isso não levá nada para a vida dele.
  Temos que mudar nosso ensino, o conteúdo tem que ser relacionado com a realidade, com a vida do aluno, para o estudante não fica se perguntando o que eu aprendi, eu posso usa matemática na minha vida, no que eu uso a química, o por que de estuda história. Isso está ocorrendo muito no nosso ensino e temos que começar a pensar na prática como vamos mudar, transformar a escola e a sociedade, por que a sociedade é um reflexo da escola e a escola da sociedade, se tem violência na sociedade vai ter violência na escola.     Temos que pensar nisso...



domingo, 23 de outubro de 2011

Teorias do Currículo

      O Currículo das escolas tanto brasileiras como de outros países por muito tempo foram tradicionais, isso quer dizer que, sempre buscaram passar na escola uma ideologia dominante, que os estudantes não criticassem, não questionassem a realidade, o que aprendiam e se isso servia para a vida deles, se eles estavam aprendendo ou simplesmente decorando.
     A ditadura tanto no Brasil como em outros países, utilizaram da educação tradicional, para legitimar seus crimes contra a democracia e quem pensava de forma diferente dos militares, impuseram sua ideologia, tirando matérias por exemplo como filosofia, sociologia, história e geografia e colocando estudos sociais e cívica para transmitir sua ideologia e que os estudantes não questionassem a ordem estabelecida.
     Outro ponto que a teoria tradicional não leva em consideração é questão da vivência do aluno, sua realidade, seu pensamento, só tem como proposito passar o conteúdo, sem leva em conta o aprendizado do aluno.
     A partir disso que alguns autores como Freire, Althusser, Apple*, entre outros, começam a criticar, questionar as teorias tradicionais do currículo e com intuito de transformar radicalmente a escola e seu currículo. Para esse autores que são considerados os críticos do currículo o importante não é desenvolver técnicas de como fazer um currículo, mas sim desenvolver conceitos que permita compreender o que ele faz.
    É importante dizer que para esses autores a realidade econômica, política e cultural está muito presente ideologicamente no currículo, por mais que não apareça, ou muitas vezes estamos tão alienados que não percebemos essa ideologia dominante. As questões econômicas, políticas, sociais e culturais estão presentes pelo fato de muitas vezes ser passado o que o governo  ou o país imperialista quer que seja dito, por exemplo, nas nossas escolas brasileiras o nosso conteúdo é extremamente voltado para a Europa e os EUA. Por esses países imperialistas quererem a dominação dos outros povos e buscar introduzir na cultura, na dependência economia e política os seus valores morais, seus costumes, seus produtos.
    Outros autores das teorias dos currículos considerados pós críticos eles nos mostram que temos que ir além, trazer para a discutição da critica e do questionamento do currículo tradicional alguns pontos que os outros autores não trazem, mas ao meu ver contribuindo e não tirando totalmente as contribuições que os outros autores "críticos" deixaram para a teoria. 
   Trouxeram para a teoria como a questão do gênero, que é muito importante pelo fato de que não somente as questões econômicas e políticas são imposta ideologicamente, as relações entres homens e mulheres tem que ser levado para dentro da escola e ser problematizada e questionada o por que dessa desigualdade de gênero. Outro ponto é a teoria queer, que passa pensar que temos que levar as questões sobre o homossexualismo, numa perspectiva de levar que se temos pré conceito contra essas pessoas, é por que é uma construção social, em que só pode ter o heterossexual, se levarmos essa questão para dentro da sala de aula e mostras que isso é uma construção ideológica de que o homossexualismo é algo fora do comum e que não é normal. Temos sim que respeita as diferenças, mas entender se as diferenças existem, são dos humanos, que não é fora do comum. 
    Uma outra questão é a étnica e racial, em que muitas vezes não são levadas para dentro da sala de aula, em que somos humanos, não importa da aonde somos, se somos africanos, europeus, americanos, asiáticos, somos todos humanos, e nenhum ser humano é superior que outro, nem pela raça, etnia, sexo, opção sexual, ou até mesmo por ter mais estudo que os outros, somos todos seres humanos. Essa teoria veio para levar para o currículo que temos que questionar, e tentar compreender que é uma construção social, o pré conceito racial, étnico, sexual e também econômico.
    Podemos concluir que as teorias contribuem muito para se pensar uma nova escola, uma escola que transforma sua realidade e de ver essa realidade. O currículo influência muito, em como a escola é e consequentemente na sociedade em geral. Porém não podemos ficar só na teoria e não partirmos para a prática, pois por mais que temos muitas teorias boas sobre o currículo da escola, a grande maioria das escolas essas teorias de uma nova escola não ocorre, o que acontece de verdade é uma escola que exclui, por ser pobre, por negro, por homossexual, por ser mulher, por ir de encontro com a ideologia da classe dominante.
    Temos que apreender essas teorias, mas temos que ir para prática para sermos agentes da transformação da escola e da sociedade....



*SILVA, Tomaz Tadeu da.  Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo. 2002. 2 ed. Belo Horizonte, Autêntica

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O que cabe ao Professor de História diante dos desafios da socialização na atualidade?


Cabe a nós professores de História, como todos os professores das diversas matérias , socializar o conhecimento construindo com o aluno, com a escola, uma forma diferente de apreender, buscando trazer a visão critica, as vivencias, a realidade e a história do aluno.
Fazendo que o conhecimento sirva para a vida, para entender a realidade, e buscar transformar o mundo em que vivemos. Por exemplo em vez de passar conteúdos que para a vida do aluno, da própria professora não faz sentido, temos que passar conteúdos históricos e relacionar com nossos dias, trazer a toda a história dos camponeses, dos operários, dos trabalhadores em geral, dos excluídos da sociedade, que por muitos anos foram tirados da história, nunca se falou, e muito menos se questionou. Claro que muito resistiram, em defesa de um mundo mais justo e igualitário, mas por muito tempo não foi transmitido na história essas pessoas, e nem sua realidade.
Por isso temos o dever enquanto professor mostrar a história de milhares de pessoas que foram esquecidos e de mostrar que muita coisa ainda acontece na atualidade, quando falamos na luta por terra dos camponeses a milhares de anos na antiguidade, podemos dizer que ainda permanece essa luta.
Outro elemento que penso ser importante é de trazer a história do aluno, a sua vivencia, pois todos os alunos e professor tem muito que apreender um com o outro. Também trazer culturas diferentes a ser conhecida e compreendida, levando em conta que não podemos julgar a cultura do outro pelo simples fato de não conhecer.
A socialização não pode ser, imposta, que só transmite que tem que se formar para o mundo do trabalho, sem trazer o por que que somos explorados, que trabalhamos muito e não ficamos rico nunca, que é o sistema aonde nos vivemos em que só o lucro, que usa da nossa força de trabalho. Nos temos que dizer que a escola é reflexo da nossa sociedade, se há desigualdade, violência, preconceito é por que lá fora também tem, mas que temos que começar pela escola e levar para a sociedade, dialogando com os pais e a comunidade.
Esse é o nosso papel...


segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Para que serve a escola?


   Na minha concepção a escola deveria ser para formar, contribuir na construção do conhecimento, levar o pensamento crítico, fazer com que seus alunos e professores compreendam  a realidade, critiquem a realidade, que o ensino faça parte da vida das pessoas, que elas se identifiquem, e que o que ensino seja voltado as vivências e realidades das pessoas, porém isso muitas vezes isso não ocorre.
   Como Paulo Freire dizia que os professores e alunos constroem o conhecimento juntos, e que o professor, a escola tem que levar em conta e respeitar o conhecimento que o aluno traz para a escola, pois ele faz parte de uma sociedade e tem história. Suas experiencias e sua realidade tem ser levada em conta.
   A grande maioria das escolas, não socializam o conhecimento, isto é na forma de construir o conhecimento junto com o aluno levando em conta sua história, sua realidade, sua vivencia, e simplesmente é imposto uma ideia dominante de forma pessoas alienadas, que só pensem para o mercado do trabalho, para mão de obra barata para os ricos e não tenham visão critica. Também a escola não trabalha a solidariedade, não diz por que o mundo é tão injusto e o por que da desigualdade, só fala que para você se dar bem na vida, tem trabalhar, e a pessoa que se esforça, da o máximo de si consegue vencer na vida. Isso é uma grande mentira, se há pobres é por que tem ricos.
   Na minha escola de certa forma cumpriu com a sua função, pois tinham professores críticos e que construíam o conhecimento com o aluno mas poderiam ser muito melhores, pois muita coisa estava impregnado a visão alienada de forma pessoas somente para o mundo do trabalho e não para a vida, para compreender a sociedade, a realidade e tentar busca um novo mundo aonde as pessoas são solidarias umas com as outras, onde não tenha desigualdade, injustiça, que as pessoas trabalhem mais não sejam exploradas. É para isso que a escola serve.
"quem forma se forma e re-forma ao formar, e quem é formado forma-se e forma ao ser formado(p.25) 
Paulo Freire (1996). Pedagogia da autonomia: Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 165 p.

Introdução

Esse Blog tem como objetivo trazer questões que debatemos na aula de Didática, e que mais pessoas possam estar por dentro dessa discutição. Também leva a nossa opinião, nos pontos de vistas sobre esses assuntos, onde tanto meus colegas, e quem se interessar pelo assunto posso ver a opinião de outras pessoas, que talvez possa contribuir com o conhecimento das pessoas...