sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Seminários

Tivemos seminários sobre teorias de currículo, em que cada grupo falou sobre uma teoria que se identificava ou queria falar...



O que aprendemos com esses seminários?


  Aprendemos que cada teoria ou cada autor tem uma visão que as vezes se diferem, mas algumas vezes se complementam. Que as teorias criticas e pós-criticas questionam as teorias tradicionais de pensar o ensino escolar.
  Podemos perceber com esses autores que a escola por muito tempo serviu como aparelho ideológico do estado  ou das elites, nesse sentido de controla a ordem estabelecida, que as pessoas não questionassem a realidade o por que das coisas, não manifestassem entre outros.
 Outro ponto também que vimos é que o pós-colonialismo é muito presente no currículo, em que o pensamento europeu permanece muito forte na mentalidade dos conteúdos. O europeu como sendo protagonista, o herói, e sua cultura como a melhor, a mais desenvolvida e que não cometeu barbaridades contras os povos da América.
  
  Uma outra teoria curricular é a étnica e racial, que percebemos que a questão do pré-conceito com outras nações, raças é muito forte no ensino escolar. E também que as pessoas usam da etnia ou da raça para divisão social, e não percebendo que todos somos seres humanos, que não importa aonde você nasceu ou qual é sua raça ou cor, que faz de você ser diferente ou menor que o outro, somos todos iguais. E que a questão étnica e racial é uma construção social, não algo natural. E que temos que mudar isso, pois somos todos seres humanos.


  Aprendemos também algo que é mais recente que é trazer para sala de aula a questão do homossexualismo e do gênero. Que traz uma outra perspectiva de que o homossexualismo não é algo fora do comum, algo estranho ou até mesmo como uma doença, e que temos que mudar as relações entre os seres humanos de respeitar opções sexuais de cada um e não tratar como fosse algo estranho. Buscarmos a igualdade de gênero e tentar compreender que essa ideia de algo estranho, fora do normal, ou é uma doença é uma construção sócio-histórica, que temos que levar para dentro da escola está compreensão.
  Podemos concluir que as teorias trazem uma nova forma de ver a escola, com muita ideias inovadoras, com intuito de transformar a escola, porém não podemos ficar somente na teoria, temos que avançar para a prática.

Currículos

  Lendo os PCN,s (Parâmetros Curriculares Nacionais) e sobre eles, percebemos que tem se pensado muito na transformação da escola, buscando um novo ensino, que não seja o tradicional que é simplesmente um aparelho legitimação das políticas estabelecidas.  Tem se pensado um currículo transformador, numa perspetiva de o ensino ser questionador, trazer as especificidades de cada região, questionar a realidade e trazer a realidade do aluno para a sala de aula.
  Também os PCN,s trazem a questão do ensino voltado para a formação do cidadão e para o mundo do trabalho, e muitas vezes não levá em conta que cidadão é esse?  Se é um cidadão que questiona a sua realidade ou se é um que simplesmente absorve a realidade de não questiona e não faz nada para muda.
  Levando em conta isso que muitas vezes o currículo da escola ou o ensino não traz alguns questionamentos que as teorias ou os próprios PCN,s trazem, percebemos que a teoria está desvinculada da prática. Pelo fato de muitas escolas ser tradicional, não levar questionamentos, ser uma educação mecânica que só passa o conteúdo por passa, não traz a vivência, a realidade do aluno, não questiona a realidade, está muito distante da vida do aluno.
  O ensino muitas vezes não leva a realidade a vivência do aluno, se torna distante do aluno, com isso as estatísticas nos mostram que um grande numero de alunos estão desistindo da escola, pelo fato de não se identificar com o ensino, e perceber que isso não levá nada para a vida dele.
  Temos que mudar nosso ensino, o conteúdo tem que ser relacionado com a realidade, com a vida do aluno, para o estudante não fica se perguntando o que eu aprendi, eu posso usa matemática na minha vida, no que eu uso a química, o por que de estuda história. Isso está ocorrendo muito no nosso ensino e temos que começar a pensar na prática como vamos mudar, transformar a escola e a sociedade, por que a sociedade é um reflexo da escola e a escola da sociedade, se tem violência na sociedade vai ter violência na escola.     Temos que pensar nisso...